Museu Imperial

Local: Centro de Petrópolis
Inauguração; 1943
Horário de Funcionamento; de terça a domingo, das 11h às 18h
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) R$ 5,00 (meia)
Site; http://www.museuimperial.gov.br/
Acervo: esculturas, pinturas, azulejaria, painéis, livros, periódicos, arte sacra, documentos, murais, vitrais, jóias, luminária, objetos de porcelana, mobiliário, utensílios, livros raros, tapeçaria, fotografia, fonográfico, vestuário e acessórios, armaria, numismática
Nota


O Museu Imperial funciona no antigo Palácio Imperial de Petrópolis, residência de verão de d. Pedro II, um de seus locais preferidos. Lá, o público pode encontrar um pouco sobre a história do Império brasileiro e sobre a família imperial. As salas do palácio foram montadas para simular a vida do imperador e da sua família. Claro que com a criação de cômodos que não eram do próprio palácio, como a sala do trono. Visto que era um palácio de veraneio, não tinha funções políticas e logo não teria uma sala do trono. Se aproximando do final da exposição, começam salas que realmente foram montadas para expor atos e realidades da época, como o vestuário, assinatura da Lei Áurea e recentemente uma sala que mostra a escravidão naquela época.

Palácio em estilo neoclássico, construído com recursos da dotação pessoal do Imperador Pedro II, que ali passava longas temporadas com sua família até a Proclamação da República, em 1889. Possui 44 cômodos, em que se destacam a sala de jantar e a sala de música. Seu jardim foi planejado e executado por Jean Baptiste Binot, botânico e paisagista francês.

Análise técnica; A parte da exposição que conta sobre a escravidão ainda é muito curta e pouco abrangente, além de ser muito recente (não deve ter nem um ano), mas é um grande passo para o Museu que nunca chegou a tratar do assunto tão diretamente. Não existe nenhum faixa impedindo que as pessoas se aproximem demais das pinturas na maior parte do percurso, além de muitas pinturas não terem isolamento de vidro, o que as deixam vulneráveis. A reconstrução dos cômodos é um pouco forçada do que era a vida na época e sem um guia as pessoas podem acabar interpretando aquilo como fiel a realidade. Na parte após a simulação dos cômodos, podemos observar uma museografia mais moderna, porém nem todas as lâmpadas são adequadas e foi observado um quadro já deteriorado na parte onde a luz batia diretamente.

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