Museu Casa de Santos Dumont

Local; centro de Petrópolis
Inauguração; 1956
Horário de funcionamento; terça a domingo de 9h às 17h30 (bilheteria até as 17h).
Entrada; inteira R$5 e meia R$2,50
Acervo: livros, luminária, objetos de porcelana, mobiliário, utensílios, livros raros, fotografia, vestuário e acessórios
Nota; 


A pequena casa idealiza como era a organização durante a época que Santos Dumont morava nela. O projeto foi encomendado pelo próprio e feito pelo Engenheiro Eduardo Pederneiras. Lá tem objetos como porcelanas que pertenceram a ele e medalhas e prêmios que ele ganhou durante a vida. Dentro da casa tem um funcionário que faz uma visita guiada sobre a história dele e também conta algumas curiosidades. A casa é muito pequena e todos os móveis são compactos e de multiusos. Como por exemplo a cama que vira a escrivania. Também não tem cozinha, porque todas as refeições que ela fazia eram trazidas por um garçom do hotel ao lado. A escada que dá acesso também foi friamente planejada; o espaço entre os degraus é na distancia exata pra não bater o pé e você deve começar pelo pé direito. Toda esse planejamento e praticidade é um reflexo da personalidade do Santos Dumont.

Além da casa original e revitalizada, logo em cima tem o Centro Cultural 14 Bis; com loja, banheiro e uma sala onde é apresentado um pequeno filme sobre o Santos Dumont, vários cartazes com uma linha do tempo sobre a sua história e pequenas maquetes.

Em 1936, a casa, seu mobiliário e objetos de uso do Santos Dumont foram doados à Prefeitura de Petrópolis pelos familiares do inventor. Em 1956, foi criado o "Museu Santos Dumont". Em 1992 o prédio foi revitalizado e restaurado. Possui a média mensal de 9.000 visitantes. É um dos menores museus do Brasil.

Análise Técnica; Todas as peças estão bem preservadas, algumas estão em uma vitrine isoladas por vidro. Todos os móveis são originais e são restaurados. A estrutura da casa também foi restaurada, com uma pequena parte no canto da casa como testemunho. Para quem não sabe; obras completamente restauradas sempre tem uma pequena parte como testemunho para que no futuro, caso seja restaurada de novo, seja avaliado aquele pedaço que foi deixado como original. Para quem não sabe podiam pensar que era infiltração, porque é uma parte superior na parede. Mas é só aquele canto e não tem nenhum outra prova de infiltração na casa.

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