Mãe, Pai, eu sou Heterossexual

Olá leitores. É com esse título irônico que eu começo a reflexão de hoje.
Algumas pessoas tem o que se chamam de "gay-radar". Eu não tenho isso. Sabem porque leitores? Porque isso não me importa. Quando eu conheço uma pessoa não me importa com quem ela se relaciona (tirando os casos de que eu conheço pessoas a fim de me relacionar com elas em um sentido mais intimo). Também não me importa a religião e de onde veio. A única coisa que eu reparo é no físico da pessoa; pele, tamanho e formas. Porque sou uma apaixonada por história e gosto de decifrar as origens das pessoas e definir de qual povo essa pessoa é descendente através da sua aparência. As outras pessoas são apaixonadas em cuidar da intimidade alheia.
Porque devemos dar satisfação, provar e nos explicar quando somos diferentes? A nossa vida interessa mais as pessoas quando nós não seguimos o "normal", o "tradicional". Porque devemos avisar para os nossos pais que nós não somos heterossexuais e não devemos avisar quando somos?
Se você se interessa um pouco pelo assunto da vida íntima, você sabe que existe muitas preferências mais estranhas do que gostar do mesmo sexo. Imagine o que diria Silas Malafaia (que não representa a família muçulmana chamada Malafaia) se ele soubesse do feederims!
Você que se sente atraído pelo sexo oposto; já teve que descrever as suas relações para alguém? Então porque uma lésbica tem? Porque um gay tem?
Ninguém deve explicar como é que se sente o amor, até porque isso é uma coisa que não se explica. De todas as formas é um sem-vergonhismo (nas palavras da minha avó) e que faz bem para a saúde (na palavra de milhões de médicos).
Nesse mundo onde o ódio é cotidiano e a gentileza é tratada como estranho as formas de amor são proibidas.

Nenhum comentário: